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Depois de dois anos suspensa, a Queima das fitas está de regresso à cidade do Porto, de 1 a 7 de maio. O ponto de encontro e de festa volta a ser o Queimódromo, o cortejo será no centro da cidade e o evento passa também por salas de espetáculos.  

Após a pandemia este será o primeiro grande evento universitário da cidade. O evento será organizado pela Federação Académica do Porto (FAP) em conjunto com a Câmara do Porto. 

Ana Gabriela Cabilhas, presidente da FAP, sublinha que estão comprometidos a “trazer um evento de grande qualidade e inovador, com responsabilidade e rigor” habituais. A queima das fitas conta com cerca de 400 voluntários. A estratégia da FAP continua a passar pelos pilares da tradição académica, segurança, ambiente e promoção cultural. 

As obras no Queimódromo obrigam a uma nova organização do evento, as duas entidades trabalharão para “aumentar as condições de segurança e o conforto de todos os especatadores”, explica a FAP. As obras no centro da cidade também afetarão o lugar do cortejo.

Ainda não é conhecido o cartaz da queima, mas o grande evento académico da invicta está de volta. 

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