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Com o começo das aulas, começam os pedidos para a formação de grupos de trabalho, até que chega o momento da reunião do teu grupo. 

Inicialmente, todos os elementos dão dicas para a realização do trabalho, até que no momento em que é para, realmente, se fazer o tão programado plano, uns fazem-no e outros nem por isso. Uma frustração que muitos não exprimem, deixam andar e colocam o nome do que nada fez no final da apresentação. E esta é a realidade com que todos, pelo menos uma vez já passámos. 

No meu percurso escolar cruzei-me com alguns grupos deste tipo, alguns formados pelos professores (os que correm sempre pior, pois não tens tanta confiança com outrem), mas outros com amigos e pode estar aqui o erro. Tens amigos e amigos, aqueles que consegues “advertir” para o sucedido e outros que deixas andar e ficas tu com as 468 páginas para resumires sozinho. 

Depois também existem alguns casos em que, como és tão exigente e perfecionista mais vale trabalhar sozinho, quando essa é uma opção, pois o trabalho por vezes é a duplicar. Existe sempre a opção de formar grupo com a pessoa com que tens uma boa dinâmica de trabalho, se forem apenas dois já são um grupo. 

Mas, como é evidente, nem tudo é assim linear. É claro que existem grupos que funcionam perfeitamente e apresentam resultados incríveis. Por vezes basta perceber o que é que cada elemento do grupo se sente mais confortável a fazer e, a partir daí fazer uma divisão justa. Todos são importantes, mas têm que trabalhar e mostrar resultados, para que assim seja um final feliz. 

A reter: trabalhos de grupo não são um mar de rosas, podem ser, mas tu sozinho podes brilhar muito mais. 

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