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Os investigadores de Coimbra identificaram uma região no cérebro com um forte potencial de alterações precoces na doença de Alzheimer.

A descoberta foi feita por uma equipa multidisciplinar de cientistas da Universidade de Coimbra e do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Trata-se de um hotspot triplo de patologia na doença de Alzheimer, que garantem que pode ter repercussões importantes ao nível da terapia.

Esta equipa identificou que o aumento da atividade cerebral nos doentes estava associado a um aumento da inflamação. Assim, reduzindo a inflamação, poderá ajudar a restaurar a atividade cerebral normal. Com esta descoberta foi possível identificar um alvo de alterações precoces que está implicado na perda de memória.

A investigação centrou-se no cíngulo posterior, região do cérebro conhecida por ter uma grande atividade de comunicação entre os neurónios e estar associada à memória e aprendizagem. O objetivo seria estudar a região e incorporar a descoberta em novos ensaios terapêuticos.

Os investigadores chegaram à conclusão que o que compromete a normal função do cérebro é a neuroinflamação. Assim, é possível desenvolver testes de terapia direcionados à sua redução. 

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