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As experiências imersivas têm tomado conta dos espetáculos um pouco por todo o lado. A tecnologia está na vanguarda do mundo e na arte não podia ser exceção, possibilitando espetáculos visuais que se tornaram verdadeiras exposições.

 

 Em 2018, foi inaugurado em Paris o ‘Atelier des Lumieres’ que veio incentivar as exposições sensoriais, apaixonando todos os que por lá passavam. A incorporação da tecnologia nos processos artísticos levou tempo, mas parece que veio para ficar. A imersão da arte proporciona ao espectador uma experiência inesquecível e uma forma diferente de apreciar e consumir a arte.

 Em Portugal, os espetáculos imersivos também têm conquistado o país.

O reservatório Mãe D’Água, nas Amoreiras, têm sido um dos locais eleitos para esta imersão da arte. Num espaço com dois mil metros quadrados, as projeções de 360 graus oferecem formas diferentes de olhar para as obras.

Durante 30 minutos, o edifício da cisterna enche-se de luz e cor, num jogo em perfeita harmonia com o espelho de água, a cascata e as colunas que sustentam o teto. O espetaculo visual que procura celebrar os grandes nomes da arte, tem agora uma exposição dedicada ao impressionismo de Monet e à intimidade na arte romântica de Klimt.

Procurando evocar a obra de pintores de classe mundial, em setembro será a vez de Frida Khalo. Com uma inesquecível experiência dedicada a celebrar a vida e obra da maior pintora mexicana de sempre. 

 

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