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A jovem Marta Fernandes começou o seu percurso universitário em 2018 e terminou-o em 2021. Ao longo de todo o processo, passou por mudanças de casa, desafios vários. É isso, diz, que a fez crescer enquanto pessoa.

O meu percurso na universidade começou em 2018 e terminou em 2021. Ao longo destes anos, posso dizer que a minha vida deu uma volta de 180º graus. Em Viseu, a cidade que me acolheu, pude crescer muito, pois vi-me obrigada a passar por mudanças e desafios que nunca tinha passado e que me puseram à prova. Saí de casa dos meus pais, passei a partilhar casa com pessoas que não conhecia, venci o medo de dar a minha opinião, aprendi a gostar de estudar e a desfrutar dos momentos que a universidade oferece. 

Estava longe de casa, mas encontrei, na experiência de estudar noutra cidade, um grande aconchego. Conheci pessoas que, sem dúvida, levo para a vida, tal como todos os momentos que passei na praxe, no campus e naquela cidade.

Mas não posso deixar de dizer que a minha experiência se tornou um pouco agridoce. Digo isto porque, com uma pandemia a meio da licenciatura, os laços que até então achava que eram fortes, não eram assim tanto. Já para não falar da vida académica, que ficou muito mais limitada e a perder, por consequência, um pouco do seu romantismo. 

Se voltasse a 2018, tenho a certeza de que me voltaria a inscrever na universidade, pois, graças à minha experiência universitária, levo hoje comigo uma grande bagagem para a vida, quer em termos pessoais, como profissionais. 

As mudanças podem meter-nos medo e parecer, a princípio, assustadoras, mas acarretam com elas um novo mundo cheio de novas vivências. 

No meu caso, todas foram boas e essenciais para me tornar na pessoa que sou hoje.

 

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