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Depois de uma interrupção de dois anos devido à pandemia, a Queima das Fitas voltou a acontecer no Parque da Cidade no Porto. 

Esta 100.ª edição foi marcante não só por toda a emoção acumulada nos estudantes académicos como também pelas alterações realizadas no recinto para garantir uma celebração mais responsável e memorável.  

As Câmaras do Porto e de Matosinhos uniram-se na missão de reorganizar o espaço com principal foco na redução de ruído na zona exterior ao recinto e em promover uma maior segurança, uma vez que eram previstas cerca de 200 mil pessoas no Queimódromo. Uma das medidas mais importantes foi a abertura das portas mais cedo, às 20h, de modo evitar uma concentração de pessoas. O aumento da zona lounge para 1 500 participantes foi também fruto da reconfiguração do recinto e mostrou-se uma zona de conforto para aqueles que precisavam de uma pausa na diversão. 

Centro de Operações Centralizado, elementos da PSP, Proteção Civil e Bombeiros foram algumas das forças de segurança presentes a controlar o interior e o exterior de recinto. Para além destes, houve mais de 500 estudantes voluntários de áreas como enfermagem, medicina ou psicologia que estavam posicionados por todo recinto e mais focados em prever comportamento de risco e dar apoio clínico. Havia também estudantes de ciências do ambiente envolvidos na Comissão Ambiental, assim como estudantes de engenharia e desporto junto aos palcos e zona das portas de entrada e saída. 

Com as medidas implementadas, com todas as pessoas envolvidas a ajudar e com o melhoramento do espaço, esta Queima das Fitas foi das mais seguras e sustentáveis dos últimos anos e a felicidade dos jovens foi notória por poder voltar ao seio da vida académica e celebrar.

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