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A cidade italiana passa a cobrar uma taxa de entrada aos turistas no valor de 5€.

Visitar Veneza, em Itália, vai mesmo ficar mais caro. A ideia não é nova, com a cidade a anunciar a medida no verão de 2021. Mas já se sabe que vai começar mesmo a ser aplicada ao longo deste ano como ferramenta de combate ao excesso de turismo que, todos os anos, assola a região.

Tal como se verificou no início do primeiro confinamento após o aparecimento da COVID-19, os canais de Veneza agradeceram a falta de turistas já que a qualidade das águas melhorou substancialmente. O fluxo de turistas na cidade italiana é bastante alto, com cerca de 100 mil visitantes por dia, e a questão do excesso de turismo tem sido muito debatida.

As autoridades italianas anunciaram que vão introduzir, muito em breve, uma limitação no que ao número de pessoas permitidas em Veneza diz respeito, diz a “Euronews”.

No verão de 2021, foram banidos os navios de cruzeiro no centro histórico da cidade para que o estatuto de património mundial da Unesco pudesse ser mantido.

Além disso, estará também para breve a entrada em vigor de uma taxa de entrada em Veneza. Ou seja, em 2022, os turistas só poderão visitar a cidade italiana depois de fazer a reserva online e antecipadamente dos seus bilhetes, pagando a taxa relativa à entrada na cidade, no valor de 5€. Estes bilhetes só serão válidos por 24 horas, numa tentativa de limitar o número de visitantes na cidade. 

Outro dos objetivos desta medida é desincentivar aqueles que entram na cidade por meio de tours ou cruzeiros e privilegiar os que ficam mais do que um dia na cidade, com estadia incluída – já que só a primeira entrada é que é paga.

Os moradores e trabalhadores da cidade serão uma exceção e equaciona-se a possibilidade de colocar torniquetes para controlar as entradas e saídas de Veneza.

 

 

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